
De uma calçada no Recife para o infinito! A um herói suburbano em uma missão espacial movida por sonhos e invenções impossíveis. Entre cartas de saudade e a exploração de um universo repleto de ruínas de civilizações, essa odisseia lírica funde ciência e poesia para explorar as fronteiras da amizade e do pertencimento. Veja mais.

Nada Existe retoma os temas da amizade e da memória, embrulhados no papel estrelado da ficção, Atravessando um Recife povoado de fantasmagorias e presságios, com seus becos e pontes noturnas. A visagem de uma diáfana moça de branco assombra um velho professor universitário e desencadeia um labirinto de mistérios.

Uma narrativa tênue, entrelaçada de poemas e crônicas, em que me valho do fio da memória e da invenção para falar do bairro em que cresci, num Recife mítico, atravessado de enchentes, assombrações e amizades. Um Recife escondido sob as camadas de gentes e acontecimentos, que eu tento, não resgatar, mas adivinhar.
